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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Estresse e álcool: ligação perigosa

O estresse pode estimular o aumento de consumo de álcool.
Álcool expõe quem o consume ao risco de desenvolver distúrbios de estresse.

Tomar uma cervejinha para relaxar depois de um dia estressante de trabalho pode até parecer uma boa ideia. Mas, na medida em que o estresse altera as reações psíquicas e fisiológicas em relação ao álcool, a pessoa pode ser levada a beber além da conta e ainda ver seu problema tornar-se crônico.

Uma pesquisa da Universidade de Chicago, que será publicada na edição de outubro da revista científica Alcoholism: Clinical & Experimental Research, indica que a relação entre álcool e estresse é intensa e bidirecional: tanto o estresse pode estimular o aumento de consumo de álcool, como o álcool expõe quem o consume ao risco de desenvolver distúrbios permanentes de estresse.

Na opinião da psiquiatra Ana Cecília Marques, da Unidade de Pesquisas em Álcool e Drogas (Uniad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o estudo confirma uma ideia que vinha sendo sugerida por pesquisas anteriores. “Essa relação é realmente muito forte. Outros estudos mostram que as doenças que mais vêm associadas ao abuso de álcool ou alcoolismo são as dos transtornos de ansiedade”, comenta.

O estudo norte-americano submeteu 25 homens saudáveis, entre 18 e 32 anos, a duas tarefas: uma estressante e outra livre de estresse. Após cada atividade, os participantes recebiam uma dose de álcool por via intravenosa, equivalente a dois drinques. A reação variou de um indivíduo para outro. Nos participantes em que o álcool normalmente exercia um efeito estimulante, a presença do estresse diminuiu esse estímulo e aumentou a sensação de sedação.

Já nos homens que relataram não sentir estimulação por meio do álcool, o estresse diminuiu a sedação e aumentou a vontade de ingerir mais álcool. Em todos os participantes, o álcool injetado logo depois da situação estressante bloqueou o aumento do hormônio cortisol, fator diretamente relacionado ao estresse.

Segundo a autora do estudo, Emma Childs, os achados ilustram uma interação complexa entre estresse e álcool.

“O álcool diminui a resposta hormonal ao estresse, mas também estende a experiência negativa do evento”, afirma. Segundo ela, as respostas do estresse são benéficas porque ajudam o indivíduo a reagir contra eventos adversos. Assim, alterando o modo como o corpo lida com essa sensação, seria possível interferir no risco de desenvolver doenças relacionadas ao estresse. “Por outro lado, o estresse pode também mudar o modo como o álcool nos faz sentir, de forma que ficamos mais propensos a consumir mais álcool.”

Segundo o psiquiatra Vladmir Bernik, coordenador da Psiquiatria do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, usar o álcool para amenizar o estresse é uma forma de fugir dos problemas. “Quando o indivíduo está inapto para lutar, ele foge, tanto usando ansiolíticos como consumindo álcool”. Para ele, a bebida tende a aliviar os sintomas psíquicos e físicos do estresse, mas quando existe um abuso, a substância interfere no ciclo do hipotálamo, no cérebro, e produz uma resposta paradoxal: em vez de relaxar, a pessoa passa a ter sintomas de ansiedade e depressão.

“Pessoas altamente estressadas usam a bebida como se fosse um remédio, pois ela desliga a chavinha da ansiedade”, diz Ana Cecília, da Unifesp. “Mas indivíduos dependentes podem apresentar distúrbios. Como a substância age nas mesmas vias do estresse, ela pode desregular essas vias.”

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Reuniões online: uma realidade no universo fitness brasileiro


Cada vez mais, os contatos via web estão aumentando e facilitando a interação entre pessoas dos mais diversos lugares. É seguindo esta tendência que a Body Systems passou a utilizar com os seus clientes os WEBINARS: conferências online através de uma plataforma que simula uma sala de reuniões.

Não é somente uma videoconferência comum, pois a plataforma possibilita o compartilhamento de arquivos, informações e conteúdos dentro da "reunião", em tempo real, sendo possível salvar todo o conteúdo da reunião para consultar depois.

Inicialmente os WEBINARS serão utilizados no ClubCoach, processo de acompanhamento direcionado aos clientes na implantação de novos programas em suas academias, para que cada lançamento seja um sucesso.

A partir de Julho os clientes passarão por esse processo educacional, em encontros semanais virtuais para estruturar as estratégias de gestão, marketing e vendas, além de conhecer como utilizar todo o potencial dos programas na academia.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Personal vovôs' estão se popularizando


Trabalho diferenciado com alunos da terceira idade foca no fim do sedentarismo e na promoção da saúde.

Amarrar os sapatos, levantar do sofá com um copo na mão, subir escadas segurando uma bandeja. Parecem atividades simples mas trata-se, na verdade, de malhação.

A sequência de movimentos, feita por alunos que já passaram dos 70 anos, garante não só fortalecimento da musculatura mas independência para eles viverem plenamente a terceira idade.

Todos estes “exercícios triviais” podem ser acompanhados por um profissional especializado cada vez mais frequente no mundo da ginástica. É uma espécie de "personal vovô”, uma tendência forte no País afirma o presidente da Fitness Brasil, Waldyr Soares, 72 anos, idealizador e consumidor desta modalidade de mercado crescente.

“A população está envelhecendo e, ao mesmo tempo, o sedentarismo aumenta. Estas duas condições não podem ser combinadas porque viver muito sem qualidade, ao meu ver, não é vantagem”, afirma Soares que foi um típico sedentário até os 45 anos e agora corre três vezes por semana, vai à academia e também tem ajuda de uma personal especializada.

“Ela foca no alongamento comigo. A idade traz limitações dos tendões, isso encurta os movimentos”, diz o presidente da Fitness, entidade que reúne 15 mil academias e mais de 3 mil personais e que na última feira internacional do setor – ocorrida em abril – capacitou 600 profissionais para o tratamento personalizado em alunos mais velhos.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Pesquisadores descobrem gene que controla a gordura do corpo


Cientistas britânicos descobriram que um gene ligado ao diabetes e ao colesterol é capaz de controlar o metabolismo da gordura no corpo.

O estudo foi publicado na revista "Nature Genetics". Segundo os autores do trabalho, a descoberta pode ajudar na pesquisa de novos medicamentos para tratar doenças relacionadas com a obesidade.

Foram analisados mais de 20 mil genes em amostras de gordura de 800 voluntários. Os resultados foram confirmados em outras 600 amostras.

De acordo com os pesquisadores, o gene KLF14 funciona como um interruptor de outros genes do tecido adiposo, relacionados a uma série de características metabólicas, incluindo o índice de massa corporal, obesidade, colesterol, insulina e níveis de glicose.

"Esse é o primeiro grande estudo que mostra como pequenas alterações em um gene regulador podem causar outros efeitos metabólicos", disse Tim Spector, do King's College London, que liderou o estudo.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

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GENTE SEGUE O SITE DA ACADEMIA PERFORMANCE & SAÚDE, ACESSEM E CONHEÇA UM POUCO MAIS DESSA ACADEMIA EXCLUSIVA PARA MULHERES.

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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Lipoaspiração é inútil?

Um ano depois da cirurgia mulheres recuperam quase toda a gordura retirada.
Aumento da gordura visceral é o mais comum.

A secretária executiva Patrícia Simões é daquelas mulheres que nunca estão satisfeitas com seu corpo. Aos 18 anos, achando-se gorda após uma temporada juntando dólares nos Estados Unidos, resolveu investir as economias na mesa de cirurgia. Fez lipoaspiração no abdome, na cintura, nas costas e na parte interna das coxas. Mas não mexeu um centímetro na rotina. Continuou sedentária (por causa de um problema no joelho esquerdo) e ativa nas baladas e rodadas de cerveja com os amigos da faculdade. Cerca de um ano depois, apesar da barriga tábua e da cintura fina, tinha novas camadas de gordura nos braços e na parte posterior das coxas. Aos 22 anos, fez uma nova lipoaspiração para extrair os novos excessos. Hoje, com 34 anos, malhadora e bem mais cuidadosa com a alimentação, Patrícia diz que ainda se indispõe com suas gordurinhas extras, que nunca se distribuíram da forma como estavam antes da primeira lipoaspiração. “Engordo menos onde já mexi. Meus braços ficam mais gordos quando meu peso aumenta”, diz.

Histórias de “engorda pós-lipo” como a de Patrícia são comuns nos consultórios médicos. Agora, a ciência está começando a explicá-las. Segundo um estudo inédito realizado por pesquisadores da Universidade do Colorado, a lipoaspiração não consegue livrar definitivamente o corpo feminino da gordura localizada, pois ela sempre dá um jeito de reaparecer. Embora não da mesma forma. O estudo saiu na revista científica Obesity, do grupo da publicação britânica Nature.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Cientistas desenvolvem teste que pode determinar tempo de vida

Tamanho das estruturas nas extremidades dos cromossomos permite a indicação.
Em teste, nova tecnologia deve se generalizar dentro dos próximos 5 ou 10 anos.

Um teste de DNA que aponta o quanto uma pessoa irá viver estará à venda ainda neste ano na Grã-Bretanha. O preço será em torno de 435 libras. O experimento é baseado em uma análise do comprimento dos telômeros de cada pessoa - estruturas nas extremidades dos cromossomos. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.

Críticos alegam que a nova tecnologia abrirá uma "caixa de Pandora", pois temem que as empresas de seguro podem demandar a realização do teste antes de fechar algum contrato. Entretanto, os cientistas dizem que o teste pode fornecer informações vitais de desordens relativas à idade, doenças cardiovasculares até Alzheimer e câncer.

O experimento calcula o tamanho do comprimento dos telômeros de cada pessoa. Um telômero de curto comprimento está relacionado a uma morte biológica mais precoce que um telômero maior. Porém, o teste não pode prever o exato número de meses e anos que uma pessoa ainda tem de vida, já que a genética não é o único fator determinante na morte de uma pessoa. Os cientistas acreditam que a nova tecnologia vai se generalizar dentro dos próximos 5 ou 10 anos.